Avançar para o conteúdo principal

Arroz de Polvo

Atenção. Texto recomendado apenas para os entendedores, peritos, experts e sabichões acerca da actual situação política portuguesa. Enfim, para todos os Marcelos Rebelo de Sousa espalhados por esse país fora.

Questões:

1. Haveria mesmo um plano para controlar a comunicação social?
2. Poderá ele ser comparado a um molusco marinho?
3. O Sol quando nasce é mesmo para todos?
4. Quando se lança um dado, é possível saber qual a face oculta?
5. Armando Vara será efectivamente um homem recto?
6. Qual será o próximo escândalo a envolver José Sócrates?
7. Qual o papel da jornalista Felícia Cabrita nisto tudo?

Respostas:

1. Pessoalmente não acredito. É engraçado que primeiro se acuse o governo de não saber organizar nada e de não ser ele mesmo organizado, e agora se acredite que foi capaz de elaborar este complexo esquema de pressões/controlo! Em que ficamos?
______________________________________________________

2. Chamar polvo ao primeiro ministro não é brincadeira! Não concordo muito com o nome adoptado, mas que isto dá uma bela salada, dá!
______________________________________________________

3. Como toda a gente sabe, sol em demasia pode ser prejudicial! Além disso, por vezes o sol tapa-nos a visão, e precisamos mesmo de óculos. Falta saber se serão os do filme Avatar, tão referido que ele foi no parlamento.
______________________________________________________

4. Na verdade, esta pergunta não faz o mínimo sentido. Só que o texto estava a ficar demasiado sério e então pensei neste pequeno trocadilho. Mas a verdade é que o Sol lançou os dados! E diz ter conseguido determinar a face oculta!
______________________________________________________

5. Cá está mais um exemplo de um trocadilho fácil e brejeiro. Sinceramente...
______________________________________________________

6. Tenho alguns em mente. Mas aposto que há já quem tenha mais! Aliás, quem melhor do que a vechia senhora Felícia Cabrita para os “descobrir”? Face Oculta? Chamou-lhe um Figo. (eu avisei que era para entendedores!).
______________________________________________________

7. O primeiro papel que me vem à cabeça é o verdinho que ela deve ter recebido do Sol para realizar este trabalho. Outro que lhe assentava como uma luva (eh eh, hoje estou inspirado!) era o de detective na série Investigação Criminal! Nem que a nossa querida Daniela tivesse de ir para a ruah. (pronto, pronto, foi o último!)


E dia após dia, lá vamos nós continuando a brincar neste jardim à beira-mar plantado.

Comentários

caveira disse…
Já sabia que eras um Senhor em termos de trocadilhos, nunca tinha era visto tantos em tão pouco texto...
Cati disse…
brilhante !
sureani (nome que estava nas letras de verificaçao deste comentario), ha quem me chame Renato tambem. disse…
Está médio.. médio-baixo.. mediano.. fraquinho vá.. a razar a fossa!

Agora a sério, o que há a retirar de tudo isto é que ainda bem que continuas na luta pela sobrevivencia da piada, do bichote, do axincalhe.. todos eles em vias de extinção!

[]

Os mais vistos do momento

Escrever...

E screver é uma das capacidades que marca a diferença entre a Humanidade e qualquer outra espécie viva. Se pararem para pensar, escrever tanto pode ser nobre, como mágico, até doloroso, ou simplesmente necessário para viver. De facto, tudo o que fazemos, tudo em que mexemos, tudo, tudo se baseia nesta invenção do Homem. Talvez por isso o nome deste blogue. Digo-vos, alguns de vós não sabem a força que as palavras podem ter. Afinal, são usadas em todo o mundo, seja para dar notícias, para escrever cartas de amor, para um simples sms a dizer que chegamos mais tarde, ou para um grito de revolta, expresso num graffiti. Por exemplo, os livros. Vejamos um livro de longe, numa estante. Parece um objecto inanimado, ali deixado à mercê do pó. Enganam-se. Entre todas aquelas linhas poderá estar uma frase que nos fará rir, chorar, recordar, até mudar… Tudo isto apenas pela força das palavras impressas num pedaço de papel. Claro que também depende do autor. Certamente não é a mesma coisa lermos um...

“Já não sou uma criança!”

Quantas vezes pensaste ou disseste isto a quem te tratou como tal, convicto de que, efectivamente, já deixaste essa fase para trás? Estás mesmo convencido de que és diferente daquele puto que chorava por um Game Boy? Dizes que já não és o reguila lá de casa, agora já não te obrigam a comer a sopa e aquelas tias mais gordinhas já nem se atrevem a beliscar-te as bochechas. Porque já és crescido. Maior e vacinado, como diz o povo. Pensa bem: és mesmo? Consideras-te realmente crescido quando tens um exame amanhã e vais sair hoje? Consegues ser responsável quando te põem um carro nas mãos pela primeira vez? Deixas a criança interior de lado e seguras as lágrimas quando o dia te corre mal? És suficientemente adulto para dizer àquela pessoa, sem hesitar, que sempre a amaste mas nunca tiveste coragem de o admitir? Não. E sabes porquê? Porque uma criança não tem essa coragem.

Os limites do humor

Há muito tempo que penso nisto e cada vez mais a minha opinião tende para o seguinte: não há limites no humor. Não tem de haver, pronto! Ainda só vou para o segundo parágrafo e já muita gente me quer ver crucificado. É sem dúvida um tema polémico, porque existe sempre o duelo entre o humor e as emoções ou valores que as pessoas defendem. Exemplos mais concretos: terrorismo. Um dos grandes problemas do século XXI. Centenas ou milhares de pessoas morrem todos os anos vítimas de atentados horrorosos. Mas logo no minuto seguinte, aparecem piadas e trocadilhos na internet, muitas vezes geniais! Ora, aqui reside o problema. Para mim, não há mal nenhum em inventar uma piada acerca de uma tragédia. E agora diriam: “Ó Simon, tudo bem e tal, porque não aconteceu contigo!”. Têm razão, mas se acontecesse, eu seria o primeiro a axincalhar com a situação (se estivesse em estado para isso, como é óbvio!). Posso parecer estúpido, mas eu explico-me. E quanto ao cabelo, não há nada a fazer, sou mesmo as...