Avançar para o conteúdo principal

Filmes

Acabo de ver um filme, mais um nestes dias. Vi momentos de humor, acção e dramáticos. Vi coisas e pessoas importantes. Acima de tudo, vi atitudes.

Porque esta semana vi(vi) muito mais do que filmes.

Comentários

Suright disse…
tens uma piada, tuuu!nem fazes ideia do que é que eu estou a falar e mandas logo bitaites! aposto que o filme de quarta nem foi assim tão bom. ao que parece, no entanto, tiveste outros melhores. fora do ecrã! =P
***
Anónimo disse…
Quanto aos de fora do ecrã não posso dizer nada porque não sei nada, mas o filme de quarta-feira foi bem bom...

Os mais vistos do momento

"Onde é a minha casa?"

Esta interrogação teima em colocar-se aos jovens estudantes universitários deslocados por esse país fora. E não, não estou a falar daqueles momentos em que, com um copo a mais, já não sabemos se é já nesta rua ou na outra mais abaixo. A verdade é que, às tantas, aquela nossa paixão inicial e incondicional pelo sítio que nos viu nascer vai-se suavizando, ao contrário da afinidade pela cidade onde estudamos e passamos a maior parte da semana. E eu já o tinha mostrado, aqui . Sim, também sou daqueles que sempre disse que a minha terra é a minha terra! E continuo a adorar a calma da minha rua, o ar puro e o silêncio das manhãs de fins-de-semana. Mas não é menos verdade – e não o escondo – que é cada vez mais difícil ficar vários dias seguidos sem visitar a cidade dos estudantes. “A tua vida agora é lá!” – ouvimos, por vezes, da nossa tia. Eu não o diria dessa maneira. Prefiro dizer que a vida é onde se está a cada momento. Coimbra é Coimbra, Tondela é Tondela. Prefiro separá-las, e dedic...

Escrever...

E screver é uma das capacidades que marca a diferença entre a Humanidade e qualquer outra espécie viva. Se pararem para pensar, escrever tanto pode ser nobre, como mágico, até doloroso, ou simplesmente necessário para viver. De facto, tudo o que fazemos, tudo em que mexemos, tudo, tudo se baseia nesta invenção do Homem. Talvez por isso o nome deste blogue. Digo-vos, alguns de vós não sabem a força que as palavras podem ter. Afinal, são usadas em todo o mundo, seja para dar notícias, para escrever cartas de amor, para um simples sms a dizer que chegamos mais tarde, ou para um grito de revolta, expresso num graffiti. Por exemplo, os livros. Vejamos um livro de longe, numa estante. Parece um objecto inanimado, ali deixado à mercê do pó. Enganam-se. Entre todas aquelas linhas poderá estar uma frase que nos fará rir, chorar, recordar, até mudar… Tudo isto apenas pela força das palavras impressas num pedaço de papel. Claro que também depende do autor. Certamente não é a mesma coisa lermos um...

Afinal havia lontra, já dizia Mónica Sintra

Já lá vão mais de 20 anos deste que Mónica Sintra popularizou o tema ‘Afinal havia outra’, mas permitam-me que esta semana traga tão bela canção à memória. Isto a propósito da arrebatadora notícia vinda de Espanha sobre um alegado crocodilo à solta no rio Douro. Depois de alertas, últimas horas, páginas de jornais em papel e online, chegou-nos o tão temido desfecho: o entusiástico e perigoso crocodilo do Nilo que pôs a Península Ibérica em alerta pode, no cenário mais provável, não passar de uma lontra gorducha e fofinha . Senti-me de imediato como Mónica Sintra e partilhei o sofrimento de quem é enganado até ao último segundo, batendo depois de frente com a verdade, numa colisão frontal de onde ninguém pode sair em bom estado. Apeteceu-me cantar a plenos pulmões que ‘afinal havia lontra’ no Douro e não um crocodilo voraz à espera de um turista ou pescador apetitoso, ao bom velho estilo Jurassic Park. A caricata situação serve, pois, a meu ver, para relembrar três coisa...