Começa cedo...
Publicada por
Luís Simões
on 06 Novembro 2009
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Olha olha, se não é o Natal a chegar! É que acabo de ver a Popota a dançar ao ritmo de uma melodia bastante parecida com outra que inunda festas e discotecas por esse país fora, vinda directamente from Buraka to the world! Eis a prova viva de que uns quilinhos a mais não impedem o facto de ser Modelo! (Desculpem lá, mas eu tinha mesmo de fazer este trocadilho.)
É verdade, entrámos agora em Novembro, mas já são muitas as crianças que, através de beicinhos e choramingados repletos de malícia, vão pedindo isto e aquilo aos pobres pais! E quem se ri é a Popota, que lá vai engordando de ano para ano! Ela e a conta bancária do tio Belmiro! Ele mesmo! O homem que conseguiu o que João Alberto Jardim sempre desejou: ser dono e senhor do Continente! (Peço desculpa novamente, mas é mais forte do que eu!)
Longe vão os tempos em que a Leopoldina reinava sem concorrência no seu mundo encantado dos brinquedos! O tal onde havia princesas e dragões, não era? Que saudades! Infelizmente deixou-se levar pela solidariedade extrema, na famosa missão sorriso! Quem não se lembra da nossa heroína molestada por personagens como Manuel Luís Goucha ou Júlia Pinheiro? Depois, o tio Belmiro admira-se que as pessoas nunca mais worten, perdão, voltem!
Seja como for, o tio Belmiro diz ter o segredo para a felicidade de muita gente na noite de 24 para 25 de Dezembro. Desde as últimas All Star que estão na Sport Zone, até àquele Mac tão bonito que só encontras na Vobis! Para quem preferir por exemplo um tradicional jogo de tabuleiro, pode sempre optar pelo seu preferido: monopólio! E com sorte, ainda o compramos com uns optimus 50% de desconto em talão!
É verdade, entrámos agora em Novembro, mas já são muitas as crianças que, através de beicinhos e choramingados repletos de malícia, vão pedindo isto e aquilo aos pobres pais! E quem se ri é a Popota, que lá vai engordando de ano para ano! Ela e a conta bancária do tio Belmiro! Ele mesmo! O homem que conseguiu o que João Alberto Jardim sempre desejou: ser dono e senhor do Continente! (Peço desculpa novamente, mas é mais forte do que eu!)
Longe vão os tempos em que a Leopoldina reinava sem concorrência no seu mundo encantado dos brinquedos! O tal onde havia princesas e dragões, não era? Que saudades! Infelizmente deixou-se levar pela solidariedade extrema, na famosa missão sorriso! Quem não se lembra da nossa heroína molestada por personagens como Manuel Luís Goucha ou Júlia Pinheiro? Depois, o tio Belmiro admira-se que as pessoas nunca mais worten, perdão, voltem!
Seja como for, o tio Belmiro diz ter o segredo para a felicidade de muita gente na noite de 24 para 25 de Dezembro. Desde as últimas All Star que estão na Sport Zone, até àquele Mac tão bonito que só encontras na Vobis! Para quem preferir por exemplo um tradicional jogo de tabuleiro, pode sempre optar pelo seu preferido: monopólio! E com sorte, ainda o compramos com uns optimus 50% de desconto em talão!
Se eu podia viver o Natal sem a Sonae?
Podia pois! E era pre-ci-sa-men-te a mesma coisa.
Brevemente...
Publicada por
Luís Simões
on 19 Setembro 2009
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Convidados muito especiais! Entrevistas! Muuuuito sentido de humor!
O DIZ-ME está a chegar!
realidade virtual...
Publicada por
Luís Simões
on 18 Setembro 2009
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Pessoalmente, considero que a tecnologia pode ser um elo de ligação numa relação entre duas pessoas que nunca se viram, sem que esta amizade se torne obrigatoriamente artificial ou robótica!
Ui, talvez me tenha esforçado demais neste primeiro parágrafo. Perceba-se o que quero dizer: é possível iniciar e manter uma amizade “virtual”, através da internet, telefone ou mesmo do antigo sistema pen friends?
Ui, talvez me tenha esforçado demais neste primeiro parágrafo. Perceba-se o que quero dizer: é possível iniciar e manter uma amizade “virtual”, através da internet, telefone ou mesmo do antigo sistema pen friends?
Uma vantagem: construir uma imagem de acordo com o que queremos ver. Nunca desejaram conhecer “menos” uma pessoa? Ou melhor, não ter de conhecer e descobrir todas as características, feitios e defeitos? Resumindo ainda mais: nunca chegaram a um ponto na amizade em que não querem (por não precisarem!) de a desenvolver mais? Tantas vezes…
É uma espécie de receio que todos temos e que nos é inato.
Mas…
Atenção, não estou contra isso! Porque é precisamente este receio que depois fortalece a amizade, quando descobrimos que afinal aquela primeira impressão “virtual” não é bem assim na realidade… Surpresa! É bem melhor!
Assim, e por incrível que pareça, quando finalmente conhecemos ao vivo quem está do lado de lá, termina um ciclo, do qual até podemos ter saudades. Mas em compensação começa outro, frente a frente, mais vivo, colorido!
Tudo isto no momento do primeiro “olá”.
toma, Pak! =)
Disco Fever
Publicada por
Luís Simões
on 11 Setembro 2009
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O ser humano é realmente estranho. E das várias razões que sustentam esta afirmação, uma delas é suficientemente engraçada para merecer os meus próximos cinco minutos de reflexão profunda.
Falo claro (e dou como certo que já todos adivinharam sem dificuldade!) das discotecas, esse fenómeno da juventude dos nossos tempos.
Uma pessoa sai com os amigos, vai até ao bar do costume, e bebe umas minis até fechar. E depois? É tarde para encontrar outro bar, e cedo para ir dormir. Só resta uma opção!
E vamos deixar-nos de rodeios. Afinal, no fundo, no fundo, o que é uma discoteca? Pese embora a sua beleza e magia que lhe são reconhecidas, o que é certo é que uma discoteca é constituída por um edifício, com um espaço livre no meio, onde pessoas (muitas delas embriagadas) queimam as calorias que ingeriram nos bares, saltando alegremente, ao som de música saída de filmes futuristas.
Basicamente é isto. Agora, porque raio atrai milhares de pessoas todas as noites? Bem, isso agora já depende de cada um. Passo a citar alguns exemplos:
- aquele que bebeu tanto nos bares, que agora não quer desperdiçar esse trabalho todo, e vai dar seguimento à sua estratégia de acabar com o álcool no mundo, bebendo-o todo.
- aquele que vai porque “realmente adora discotecas”. Sonha um dia ser um DJ internacional, e por enquanto vai calcinando a retina com luzes psicadélicas mais intermitentes que as exibições do Sporting.
- aquele que gosta de dançar. É verdade, conheço gente assim! Que no final de uma semana de trabalho, quer é gastar as energias acumuladas (?) na pista, e esquecer-se do patrão. Pessoalmente, se há coisa que gasto em discotecas, não é bem energia.
- aquele que vai pela primeira vez. E como na primeira vez de toda a gente, entra devagarinho, com medo de magoar, ou de causar má impressão. Isto no início, porque cinco minutos depois, já é o rei do mundo, e já está em cima… Da coluna, entenda-se.
Enfim, há mais casos, mas não posso estar a (d)escrevê-los todos agora porque está a ficar tarde, e tenho uma discoteca para visitar. E nem sei bem o meu motivo…
Falo claro (e dou como certo que já todos adivinharam sem dificuldade!) das discotecas, esse fenómeno da juventude dos nossos tempos.
Uma pessoa sai com os amigos, vai até ao bar do costume, e bebe umas minis até fechar. E depois? É tarde para encontrar outro bar, e cedo para ir dormir. Só resta uma opção!
Basicamente é isto. Agora, porque raio atrai milhares de pessoas todas as noites? Bem, isso agora já depende de cada um. Passo a citar alguns exemplos:
- aquele que vai porque está com uma amiga (que por enquanto é apenas isso, mas que dois ou três shots depois, vai ser mais solidária com ele do que a Madre Teresa de Calcutá).
- aquele que bebeu tanto nos bares, que agora não quer desperdiçar esse trabalho todo, e vai dar seguimento à sua estratégia de acabar com o álcool no mundo, bebendo-o todo.
- aquele que vai porque “realmente adora discotecas”. Sonha um dia ser um DJ internacional, e por enquanto vai calcinando a retina com luzes psicadélicas mais intermitentes que as exibições do Sporting.
- aquele que gosta de dançar. É verdade, conheço gente assim! Que no final de uma semana de trabalho, quer é gastar as energias acumuladas (?) na pista, e esquecer-se do patrão. Pessoalmente, se há coisa que gasto em discotecas, não é bem energia.
- aquele que vai pela primeira vez. E como na primeira vez de toda a gente, entra devagarinho, com medo de magoar, ou de causar má impressão. Isto no início, porque cinco minutos depois, já é o rei do mundo, e já está em cima… Da coluna, entenda-se.
Enfim, há mais casos, mas não posso estar a (d)escrevê-los todos agora porque está a ficar tarde, e tenho uma discoteca para visitar. E nem sei bem o meu motivo…

